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Cuidado que Protege: Categoria Farmacêutica no Combate à Violência de Gênero e ao Feminicídio!

A luta contra a violência de gênero é uma responsabilidade coletiva que exige a mobilização de todos os setores da sociedade gaúcha e brasileira. A presença do Sindicato dos Farmacêuticos do RS (SINDIFARS), representado pela farmacêutica Lisia Hausen Gabe, no Ato de Apoio ao Pacto Nacional contra o Feminicídio, organizado pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), no dia 26 de março de 2026, reafirma o compromisso da categoria com a defesa da vida.

Ao participar desta atividade, junto a diversas entidades oficiais e sociais, o Sindifars demonstra, como principais compromissos:

  1. Cumprir um papel fundamental na proteção direta das próprias farmacêuticas do Rio Grande do Sul, que compõem a maioria da categoria. A farmacêutica gaúcha não é apenas uma agente de cuidado para a população, mas também alguém que precisa contar com a proteção de seus direitos e uma estrutura institucional pronta para defendê-la contra qualquer forma de violência ou discriminação. Nesse sentido, o SINDIFARS disponibiliza um mapeamento sobre Assédio Moral e Sexual e outras formas de violência nos ambientes de trabalho, com o objetivo de conhecer a situação da categoria: https://forms.gle/Ybz1wcXPsV8TiMUH6).

  2. Valorizar o trabalho das farmacêuticas e dos farmacêuticos, dado que esses profissionais ocupam espaços privilegiados de cuidado e confiança na rede de saúde. Por estarem na linha de frente, como em farmácias ou hospitais, as farmacêuticas e os farmacêuticos são capazes de identificar sinais de vulnerabilidade e oferecer o acolhimento necessário às vítimas.

  3. Combater a violência de gênero, de modo que o sindicato contribua para o fortalecimento de uma rede de acolhimento e segurança dentro dos ambientes de trabalho e nas relações sindicais, enfrentando o assédio e a vulnerabilidade que muitas profissionais vivenciam em seu cotidiano.

Engajar-se contra o feminicídio significa, portanto, transformar o conhecimento técnico em uma ferramenta de proteção social, garantindo que o cuidado farmacêutico vá além da dispensação de medicamentos e alcance a preservação da integridade física e psicológica das mulheres, incluindo as farmacêuticas.

O evento, que contou com a importante presença da deputada federal Daiana Santos, destacou a necessidade de uma articulação política e institucional robusta. Para a categoria farmacêutica, o engajamento político e sindical é o que permite pressionar por políticas públicas mais eficazes e pela implementação real do Pacto Nacional.

Ato de Apoio ao Pacto Nacional contra o Feminicídio (26/3/26). Da esquerda para a direita: farmacêutica Lisia Hausen Gabe, Deputada Federal Daiana Santos e a advogada Joana Gabe Oliveira (Corregedoria do GHC). Autoria; Lisia Hausen Gabe.